sexta-feira, 27 de abril de 2007

Decisão com adrenalina

Somália quer ser artilheiro da competição


O São Caetano conseguiu um feito que muitos achavam impossível: derrotou por 4 a 1 o São Paulo em pleno Morumbi e assegurou uma vaga na final do Paulistão.
Embora reconheça as dificuldades de jogar com o Santos, o técnico Dorival Júnior acredita num bom desempenho do Azulão.
"Eu nunca escondi de ninguém que São Paulo e Santos estão num patamar acima de todas as equipes do futebol paulista e de muitas do Brasil. O Vanderlei está há quase dois anos no Santos, e precisamos respeitar a realidade da situação, mas a equipe do São Caetano tem chances e não podemos desperdiçar."

Somália em busca da artilharia

Artilheiro do Paulistão 2007 com 12 gols (ao lado de Finazzi, da Ponte Preta, e Edmundo, do Palmeiras), o atacante Somália, do São Caetano, causa preocupação ao zagueiro Antônio Carlos, do Santos.
O xerifão alvinegro afirma que Somália é um jogador muito perigoso e que deve ser vigiado de perto pela zaga santista. "Ele é um jogador chato de marcar. Joga encostado nos zagueiros e isso complica ", comenta Antônio Carlos.
Mas embora exija atenção especial ao artilheiro do Azulão, o zagueiro do Peixe diz que não dá para esquecer os outros jogadores da equipe do ABC.
"Se a gente se preocupar só com o Somália, podemos ser surpreendidos. O São Caetano mostrou que é um time forte, com vários jogadores que podem decidir."
Peixe e Azulão começam a decidir o Paulistão no próximo domingo, às 16h, no Morumbi.
A segunda partida será no mesmo local e horário, no dia 6 de maio.



Fonte: Globo Esporte

Seguindo

Momentos marcantes retratam a história da equipe do SPFC


Os jogadores do São Paulo fizeram o maior esforço para aparentar tranqüilidade na reapresentação do elenco, na última segunda-feira, no centro de treinamentos.
Esta sendo difícil, mas a vexatória goleada sofrida por 4 a 1 para o São Caetano, no último sábado, no Morumbi, pelas semifinais do
Campeonato Paulista, precisa fazer parte do passado.
Em busca da classificação às oitavas-de-final da
Libertadores, e, principalmente, para fugir de uma crise, o elenco tricolor não venceu, mas conseguiu dar a volta por cima, arrancando um empate contra o Audax, mantendo-se em segundo lugar no seu grupo.Após a eliminação no Paulistão, a torcida do São Paulo gritou o nome de cada jogador.
Mas não foi apenas gritos de incentivo que ecoaram da arquibancada.
Os são-paulinos também gritaram que a conquista do título da Libertadores virou obrigação, e os jogadores estão sabendo que a partir de agora serão muito mais cobrados.
Vamos torcer por dias melhores...

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Braçadas do adeus...



Morreu nesta segunda-feira (16), no Rio de Janeiro, a pioneira da natação brasileira, Maria Lenk.

Primeira mulher brasileira e sul-americana a competir em uma Olimpíada, ela tinha 92 anos, e sofreu um mal súbito quando treinava no Clube de Regatas do Flamengo.

Encaminhada ao hospital Copa D'Or, no bairro de Copacabana, Maria Lenk não resistiu.

O boletim médico assinado por Marcelo Franco, gerente médico da emergência, informa que Maria Lenk chegou ao hospital com "alteração do nível de consciência, insuficiência respiratória e quadro compatível com choque circulatório."

Exames complementares apontaram um aneurisma e, durante a preparação para a cirurgia de emergência, a nadadora teve parada cardíaca, morrendo às 13 horas.

No último dia 12 de fevereiro deste ano, Maria Lenk foi homenageada pelo Prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, que deu seu nome para o novo Parque Aquático que vem sendo construído no autódromo do Rio de Janeiro para receber as provas de natação, nado sincronizado e saltos ornamentais nos Jogos Pan-Americanos.

Em 2004, Lenk recebeu o troféu Adhemar Ferreira da Silva, na cerimônia de entrega do Prêmio Brasil Olímpico, destinado aos melhores atletas do ano.

Com a morte da nadadora, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), decretou luto oficial de três dias. "Felizmente pudemos homenageá-la ainda em vida, com a entrega do Troféu Adhemar Ferreira da Silva, e recentemente ficamos muito felizes com a homenagem que a Prefeitura do Rio fez ao dar o nome de Maria Lenk ao Parque Aquático da Cidade dos Esportes, que será o palco da natação, dos saltos ornamentais e da natação sincronizada durante os Jogos Pan-americanos. Este é um momento de luto para todos nós", disse o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.


Trajetória


Filha de alemães que imigraram para o Brasil em 1912, Maria Emma Hulga Lenk nasceu em 15 de janeiro de 1915, em São Paulo.

Aos 17 anos, tornou-se a primeira mulher brasileira a integrar uma delegação olímpica, nos Jogos de Los Angeles-1932.

Nas Olimpíadas seguintes, em Berlim-1936, ela estava de volta, desta vez acompanhada por mais três nadadoras.

O pioneirismo não ficou restrito às Olimpíadas. Ela também bateu o primeiro recorde mundial para o Brasil, foi a primeira a nadar borboleta, aplicando o estilo ao nado peito, prova que disputou nos Jogos de Berlim - o nado borboleta só foi introduzido nos Jogos Olímpicos de Melbourne, em 1956 - e foi a primeira a trazer o nado sincronizado para o país.

Em 1942 ajudou a fundar a Escola Nacional de Educação Física, da Universidade do Brasil, atual UFRJ. Seu auge foi no final da década de 30, quando se preparava para os Jogos Olímpicos de Tóquio.

O cancelamento das Olimpíadas, por causa da Segunda Guerra Mundial, foi a maior decepção da atleta. De qualquer forma, em 1939, ela havia batido os recordes mundiais dos 200 e 400m peito, tornando-se a única nadadora sul-americana recordista mundial.

O recorde dos 400m peito, 6min15s80, foi registrado em 11 de outubro daquele ano, na piscina do Botafogo. No mês seguinte, Lenk nadou 2min56s90 na piscina do Fluminense.

A expectativa de uma medalha olímpica foi frustrada com a interrupção das Olimpíadas durante a Segunda Guerra Mundial. Lenk deixou a carreira em 1942, mas não abandonou o esporte. Além da carreira acadêmica, ela escreveu vários livros sobre natação e voltou a competir, na categoria masters.

Em sua faixa etária, ela detém os recordes mundiais em três provas de nado peito, em piscina longa (50 metros). É a mais rápida nos 50m, com 1min26s91, nos 100m, com 3min12s88, e nos 200m, com 6min57s76.

A brasileira entrou para o Hall da Fama da Federação Internacional de Natação (Fina) em 1988. No mesmo ano, foi homenageada com o "Top Ten" da Fina por ser uma das dez melhores atletas masters (masculino e feminino) de natação no mundo. Fonte: site UOL

Os nossos sentimentos profundos, como mulheres que acreditam no esporte e no resultado que ele proporciona à vida. Essa história é algo que fica marcado, permanece além da vida...
Não há limites para uma mulher como Maria Lenk.
Esse exemplo deve ser eternizado... Boas braçadas por aí...
Mulher Esporte

De igual para igual...
















Os melhores chegam à final.
É possível perceber que, o futebol brasileiro vem renovando suas forças, e isso fica visivel quando acompanhamos os campeonatos estaduais e seus principais competidores - os times grandes - dando adeus à decisão.
A saída de equipes como Corinthians e Palmeiras ajudam a clarear os olhos de quem não quer enxergar essa mudança.
A disputa no último final de semana (14 e 15) deixa a sensação de que o jogo se torna igual para ambos os competidores, seja no duelo Santos x Bragantino ou na partida entre São Paulo e São Caetano, que empataram seus jogos com bravura e também - para alguns, com uma sensação de decepção e a certeza de que poderiam ser melhores os resultados.
Mas os "pequenos", estão jogando como gente grande e não pretendem abandonar o barco nessa corrida pelo título.
Ironicamente escrevemos "abandonar o barco", quando nos referimos à corrida que os levará à conquista do título paulista.
Talvez seja um presságio, de que o melhor mesmo é navegar em águas tranquilas para não naufragar na final.
Que o peixe não morra afogado pelo entusiasmo do Bragantino e que a torcida reze por todos os santos - seja ele o São Paulo ou o São Caetano.
Haja fé, ansiedade e muitos gols! Porque agora, só a vitória importa...
Juliana Amorim

Abelão diz não e Carpegiani não era consenso...


E o presidente Alberto Dualib foi ‘convencido’ a esquecer Abel Braga.
Ele jura que autorizou a procura de um técnico barato.
ABEL NÃO VEM - “Já disse que não vou para o Corinthians.
Se amanhã não estiver mais no Internacional, então vou poder falar com qualquer clube, mas estou bem aqui”.
Com essa frase, Abel Braga acabou com as pretensões corintianas de ter o atual treinador campeão do mundo no Parque São Jorge.
Na sexta-feira (13), o treinador telefonou para dirigentes do Corinthians e pediu para não ser mais incomodado.
Sem consenso da diretoria
O Corinthians enfim acertou com seu novo treinador: Paulo César Carpegiani volta a comandar um grande clube do futebol brasileiro.
Carpegiani acertou com o Corinthians em reunião com Alberto Dualib e Renato Duprat.
O treinador de 58 anos, que esteve à frente da seleção do Paraguai na Copa do Mundo de 1998, terá contrato de um ano e traz apenas um profissional de comissão técnica, o auxiliar Cláudio Duarte.
A apresentação de Carpegiani aconteceu nesta segunda-feira (16), na sede do Corinthians.
Na terça, o técnico viaja com a delegação corintiana para Recife, onde o time enfrenta o Náutico na quarta no jogo de ida das oitavas-de-final da Copa do Brasil.
O nome de Carpegiani não era um consenso dentro da diretoria do Corinthians.
Em reunião na última semana, parte da ala de vice-presidentes não aprovou a escolha do técnico gaúcho.
A última passagem do treinador pelo futebol paulista aconteceu em São Paulo, quando esteve à frente do São Paulo.
Na época, Carpegiani deixou o clube sem títulos e com a reputação de abusar das experimentações táticas pouco convencionais.
Resta saber se o time vai corresponder de maneira satisfatória ao comando do novo treinador, porque a torcida está muito silenciosa... Que as mãos de ferro do presidente Dualib tenham a mesma força para erguer títulos nos próximos campeonatos... Edição : Juliana Amorim

Decisão adiada


Numa partida emocionante e com um jogo de grande recuperação individual, as atletas do Rexona-Ades-RJ conseguiram adiar a decisão da Superliga feminina, empatando a série de melhor de cinco jogos em 2x2. Mesmo sem contar com a presença em quadra do técnico da equipe, Bernardinho - suspenso - a equipe superou o Finasa/Osasco de maneira vibrante. A nova partida será realizada no próximo sábado (21) em Niterói - RJ.
Juliana Amorim

sexta-feira, 13 de abril de 2007

Decisão da Liga Feminina de Volei





Hoje é dia de decisão, caso o Finasa/Osasaco confirme mais um resultado positivo.

Finasa/Osasco (SP) e Rexona-Ades (RJ) fazem, neste SÁBADO (14.04), às 9h30, no ginásio Municipal, em Barueri, a quarta partida da série melhor de cinco das finais da Superliga feminina de vôlei 06/07. O confronto poderá definir o primeiro tetracampeão da competição e terá transmissão ao vivo da Rede Globo e do canal Sportv.

A quarta partida da série decisiva da Superliga feminina de vôlei, entre Finasa/Osasco e Rio de Janeiro, foi antecipada de acordo com a Confederação Brasileira de Vôlei.
Os ingressos começaram a ser vendidos nesta sexta-feira, nas bilheterias do ginásio em Barueri, das 9h às 18h, e custam R$ 6; estudantes com carteirinha pagam meia (R$ 3).

No sábado, momentos antes da decisão, as entradas poderão ser compradas no mesmo local, a partir das 7h30. O Finasasa/Osasco pode se sagrar campeão em caso de nova vitória, já que está em vantagem - 2 x 1 - na série de melhor de cinco jogos da decisão.

O Rio de Janeiro precisa vencer para igualar a série e forçar a tira-teima final.